Luffy e Scopper Ficam Seriamente Perigosos Aterrorizando os Cavaleiros Divinos One Piece 1147

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Os Cavaleiros de Deus Estão Temerosos e o Momento Épico de Brook

Os eventos recentes trouxeram reviravoltas significativas: os Cavaleiros de Deus (Gods Knights) parecem apreensivos em iniciar um conflito aberto com Luffy, Brook teve um momento épico, e vimos um lado mais sério do Coronel (Scoffers, traduzido como Summers em alguns momentos da transcrição) e muito mais neste capítulo.

Detalhes do Início do Capítulo

O capítulo se inicia com uma nova história de capa focada em Yamato. Nesta seção, o Daimyo de Udon, conhecido como Riso, expressa profunda gratidão a Yamato por ter capturado e derrotado Who’s Who. É sempre interessante acompanhar o que esses personagens de Wano estão fazendo em suas próprias aventuras.

O capítulo principal começa com Saul alertando Robin e Chopper: “Escondam-se. Eu já vi esses caras antes. São os Cavaleiros de Deus. Não vamos derrotá-los. Eles são imortais. Fiquem escondidos e esperem por uma chance de salvar as crianças.”

Saul está ciente da capacidade de regeneração dos inimigos, mas, como a tripulação encontrou uma maneira de lidar com o “cabeça de ovo Goray” (Goray Egghhead), a questão da imortalidade não parece ser uma preocupação imediata. Além disso, conforme veremos, os Cavaleiros de Deus estão, na verdade, receosos em perturbar Luffy, o que sugere que o confronto total pode não ser tão complicado quanto parece.

Summers, descrito como o pior dos piores, comenta: “Então, parece que dois sobreviveram a Ohara, quer dizer, Robin e Saul.” Ele então adiciona com sarcasmo: “No fim das contas, a Marinha realmente falhou, não é?”

Vemos Saul em uma situação difícil, preso por vinhas espinhosas, enquanto Chopper demonstra preocupação e Robin assume uma postura séria.

Summers e Gonko estão próximos um do outro, o que implica que Robin e Chopper também estão perto do grupo de Brook e Jinbe.

Summers questiona Gonko: “Ah, você pegou a tripulação do Chapéu de Palha, Gonko. Vai levá-los de volta?” É Killingham quem intervém, dizendo: “Pare com isso, Summers.” É importante notar que já se especula haver mais em Killingham do que aparenta, e ele é, no mínimo, menos cruel que Summers. De forma notável, ele acaba ajudando os Chapéus de Palha neste momento.

Killingham prossegue: “Você está falando sério em cutucar o urso com o Chapéu de Palha Luffy? Nós só viemos aqui para terminar a missão e voltar para casa.”

Ele menciona Luffy especificamente, e não apenas um Yonko, ecoando a ideia de que não se deve irritar um Yonko. O fato de essa cautela vir dos Cavaleiros de Deus é significativo, embora o principal argumento venha de Killingham, pois Summers não demonstrou objeção inicial a Gonko levar os cativos de volta, até Killingham se envolver.

O Confronto do Grupo de Brook

Em seguida, acompanhamos o grupo de Nami. Todos parecem abatidos e amarrados. Espera-se ver mais de Jinbe do que apenas ter sido derrotado no capítulo anterior.

Nami relata que Colin foi capturada e Saul está naquele estado. Ela lamenta, pensando: “Ah, qual é, Jinbe. Você estava bem ali e não conseguiu fazer nada.” Nami atua como a voz dos leitores, que esperavam mais de Jinbe.

Jinbe esclarece que não está derrotado, mas sim planejando. Ele pede: “Parem de gritar. Estou tentando pensar que tipo de poder foi aquele.”

Buso expressa que aquela mulher (Gonko) o assustou muito e que pensou que morreria. Então, Brook diz: “Hm, aquela garota, não, não pode ser.” Essa última fala de Brook é intrigante e sugere que ele pode reconhecer Gonko do passado. O fato de ela ser fã de sua música reforça a ideia de uma conexão especial entre eles, que se tornará mais clara adiante.

Gonko foca em Brook, empurrando uma espada pontuda em seu rosto. Quando percebem quem ela é, eles se assustam, chamando-a de “senhora zumbi”.

O Momento Honroso de Brook

Segue-se um momento que entrará para a história de One Piece. Gonko coloca a bota no rosto de Brook, revelando um cenário que normalmente excitaria o fã de calcinhas que ele é. No entanto, Brook demonstra ser mais do que seus desejos lascivos.

Gonko ordena: “De agora em diante, você fará música para mim. Seja meu escravo.”

Nami pensa: “Não acredito. Ela conhece as músicas do Brook.”

Usopp pergunta: “A Dragão Celestial é fã do Rei do Conflito?” Jinbe acrescenta: “Ele realmente chamou a atenção de alguém como ela, hein?”

Essa atenção de figuras de alta patente a Luffy e sua tripulação é vista como apropriada para o futuro Rei dos Piratas.

Summers então diz: “Ei, Gonko, apenas deixe pra lá. Eu não estou no clima para brigar com um Yonko.” Mais uma vez, Luffy recebe respeito, mesmo sendo chamado de “Yonko” de forma indireta. Summers conclui: “Vamos terminar isso logo.”

Apesar de gostar da vista de baixo, Brook recusa o pedido de Gonko, declarando solenemente: “Você terá que me perdoar, senhorita. Desde o dia em que o Capitão Chapéu de Palha Luffy me deu uma segunda chance na vida, eu jurei lealdade a ele, e somente a ele.”

Gonko não se agrada e ameaça: “E se eu te disser que a recusa significará sua morte?”

Brook responde com um momento épico: “Eu escolho a morte. Prefiro morrer a viver em desgraça por quebrar minha lealdade.”

Este tipo de momento, que enfatiza a honra de um personagem, é sempre apreciado, assim como os momentos de Zoro. Fica a curiosidade se Sanji conseguiria resistir na mesma situação.

Usopp reage com pânico quando Brook é chutado para longe. Todos sabem que ele ficará bem, não apenas por ser um Chapéu de Palha, mas porque Gonko deseja ouvir mais músicas dele. Isso só pode acontecer se ela realmente os eliminar agora.

Enquanto os outros se preocupam com Brook e Gonko se irrita, Summers pergunta se Killingham está pronto para começar, e ele está.

A Transmissão para Elbaf

Eles iniciam a transmissão para Elbaf: “Senhoras e senhores, esta mensagem é para os guerreiros de Elbaf. Sei que provavelmente estão ocupados lidando com os eventos bizarros ao seu redor. Isso é tudo obra nossa. Eu sou Kaiiken da Terra Santa de Marijoa, Summers, dos Cavaleiros de Deus.”

O texto menciona que Kaiiken é uma pequena adaga tradicional carregada por mulheres samurai para autodefesa. Para o narrador, isso sugere que os Cavaleiros de Deus são a última linha de defesa do Governo Mundial, caso o resto falhe, assim como o Kaiiken era uma medida de emergência.

Enquanto Summers transmite, vemos mais monstros pesadelo gigantes causando estragos em Elbaf. Alguns gigantes se perguntam sobre os motivos de Summers, mas ele logo revelará tudo. Dory e Broggy demonstram surpresa ao ver Summers revelar sua identidade.

Na Aldeia do Caçador Noroeste, um gigante questiona se as crianças estão bem.

Summers revela a todos em Elbaf que eles têm 10 “pirralhos” (brats), usando suas próprias palavras. Ele acrescenta que um cara com barba laranja tentou ser o herói e libertar as crianças, mas já está caído, sangrando.

Summers usa seus poderes de videira de forma criativa, formando uma serpente com elas e montando-a como meio de transporte.

Ele continua dizendo que, mesmo que alguém tente resgatá-las, aquelas crianças subestimadas já estão indo direto para o objetivo. Gigantes demonstram preocupação ao ouvir sobre o homem de barba laranja.

Summers declara que “o verdadeiro jogo começa agora”.

A Revelação dos Nomes das Crianças

Killingham pergunta a uma das crianças se ela sabe os nomes de todas as crianças que estão caminhando, e ela responde afirmativamente. Killingham então pede que ela informe aos pais que as crianças acordarão do sonho em breve.

As crianças começam a acordar, questionando por que seus corpos se movem sozinhos e para onde estão indo. Alguns acreditam estar voltando para casa pela rota Jupachi, mas percebem que não têm controle sobre seus corpos.

Enquanto as crianças temem não voltar para casa, um quer a mãe e outro o pai. O filho de Colin Scoffer é apresentado como o líder corajoso, dizendo: “Claro que não vamos encontrá-los. Estamos sendo sequestrados.” Os outros se assustam, mas Colin o tranquiliza: “Não se preocupem, eu estou aqui. Diferente de vocês covardes, eu sou um guerreiro.”

Scoffer demonstra orgulho de seu filho, embora o momento não seja o ideal. A visão dos monstros pesadelo assusta até mesmo Colin, apesar de sua bravura anterior.

A Reação dos Gigantes

O grupo de Dory e Broggy deseja voltar para salvar Saul e as crianças, mas há um problema: um buraco no casco e os remos quebrados, resultado do ataque de um monstro feminino.

Hilariamente, um gigante comenta que um dos monstros se parece com sua esposa, e outro alerta que ele terá problemas se ela ouvir. Momentos cômicos surgem com os gigantes temendo suas esposas, comparando a situação à de Goku com Chichi em Dragon Ball.

Essas “esposas gigantes” são incrivelmente eficazes, conseguindo rasgar a ilha das nuvens. O navio dos piratas gigantes cai, e Summers ri, dizendo que o orgulhoso navio caiu do céu, sugerindo que um “demônio dos sonhos” forte estava envolvido.

Summers afirma que as chances de resgate das crianças estão diminuindo a cada segundo, embora o público saiba que Luffy, Zoro e Loki ainda não entraram em cena, o que certamente mudará o rumo dos acontecimentos.

Confronto Direto com Elbaf

Summers faz uma declaração importante, falando diretamente com o lendário guerreiro Ya Rule da Montanha Barbuda: “Na ausência do Rei, você é o representante dele agora.”

Isso torna Ya Rule ainda mais suspeito, pois ele estava presente no conflito passado entre Loki e Harold e estaria em posição ideal para manipular a narrativa. Se Loki não for tão mau quanto parecia inicialmente, talvez Ya Rule também não seja tão bom. O fato de o Cavaleiro de Deus querer negociar especificamente com ele é um mau sinal.

Ripley fica chocada ao saber que um dos pequenos guerreiros gigantes caiu. Ela corre em direção ao navio.

Summers continua seu discurso, declarando que o objetivo é transformar os gigantes em seus escravos de batalha e quer ver o quão úteis as crianças serão como reféns. Ele tenta apelar para os laços pessoais dos gigantes, listando os nomes das crianças.

Yilva, uma das crianças, é identificada como a trinetas de Ya Rule, que fica horrorizado. Scardy pensa em como salvar seus amigos. Olaf espera que tudo seja um sonho. Braggy é informado de que uma das crianças é seu neto. Karen lamenta sua má sorte. Mag se considera forte, mesmo sem conseguir se controlar. Raa é otimista sobre o resgate.

Outro gigante menciona que seu filho está na rota oito e que devem ir resgatá-los. Bent chora, temendo a bronca de sua mãe, lembrando que seu pesadelo gerou uma das esposas gigantes que atacaram os piratas. Joanna parece órfã, invejando os outros por terem pais. Bjorn, com medo, pensa apenas em salvar a si mesmo, diferentemente da honra mostrada por Brook.

Summers conclui: “Isso totaliza nove.” No entanto, Colin, o jovem guerreiro, salvou seu filho, elevando o número para 10.

Ripley segura Scoffer, chocada ao saber que Colin foi capturado. Scoffer, por sua vez, sente orgulho de seu filho, apesar do momento inapropriado.

A Ameaça Final

Summers finalmente dá uma ordem: ele exige que a escola, inútil na guerra, e a patética biblioteca, repleta de história sem sentido, sejam queimadas imediatamente. Eles devem jurar lealdade ao Governo Mundial. Caso contrário, começarão a eliminar as crianças uma a uma.

Scoffer e os co-capitães gigantes estão prontos para lutar e salvar as crianças, chamando os inimigos de “bastardos”. Summers declara: “A escolha é sua, Ancião Yule.” É notável que ele deixe a decisão nas mãos dele.

Killingham reclama com Summers sobre a crueldade da ordem. Ela argumenta que a escola é um símbolo de paz em Elbaf e a biblioteca guarda a história antiga e o conhecimento do mundo, preservado pelo sacrifício dos estudiosos de Ohara; esse tesouro não pertence apenas a Elbaf.

Diante dessas palavras, Robin decide que não pode mais se esconder. Sua ligação com Ohara é profunda, e se a biblioteca for queimada, o sacrifício de sua mãe e dos outros estudiosos será em vão. Ela está pronta para lutar, mesmo que Chopper a aconselhe a não ir.

Ao mesmo tempo, Ripley implora a Scoffer que salve seu filho enquanto ele corre atrás dos inimigos. Tanto Robin quanto Scoffer demonstram determinação renovada, declarando que não permitirão que isso aconteça.

Embora não se espere que derrotem os Cavaleiros de Deus imortais, espera-se que consigam segurá-los até que Luffy, Zoro e Loki cheguem. Será emocionante ver Scoffer lutar com tudo, afinal, ele é uma lenda, mesmo não estando em seu auge.

A decisão de Robin faz todo o sentido, não só pela ofensa de Summers contra Saul, mas porque a destruição da biblioteca anularia o sacrifício de todos em Ohara.

Perguntas Frequentes

  • O que Saul disse sobre os Cavaleiros de Deus?
    Saul alertou que os Cavaleiros de Deus são imortais e que não seria possível derrotá-los, aconselhando Robin e Chopper a se esconderem.
  • Como Brook demonstrou sua lealdade a Luffy?
    Brook recusou a ordem de Gonko de se tornar seu escravo musical, declarando que prefere a morte a quebrar sua lealdade ao Capitão Chapéu de Palha Luffy.
  • Qual foi a ordem dada por Summers aos gigantes de Elbaf?
    Summers ordenou que a escola e a biblioteca fossem queimadas e que jurassem lealdade ao Governo Mundial, sob pena de as crianças sequestradas serem mortas uma a uma.
  • Por que Robin decidiu se juntar ao combate?
    Robin decidiu lutar porque a destruição da biblioteca anularia o sacrifício dos estudiosos de Ohara, incluindo sua mãe.
  • Qual foi a reação dos gigantes à aparição dos monstros pesadelo?
    Os gigantes guerreiros ficaram aterrorizados com as criaturas, que pareciam suas esposas, e chegaram a pedir desculpas a elas, enquanto os monstros danificavam o navio.