Um Capítulo de Viradas: O Retorno dos Aliados e a Vulnerabilidade de Sukuna
O último capítulo foi intenso, marcado por um desenvolvimento significativo: mais um aliado se juntou à luta contra Sukuna, Maki retornou ao campo de batalha, e o Rei das Maldições finalmente parece estar mostrando sinais de ruptura. Além disso, Gojo enfrenta alegações sérias no Twitter, o que só adiciona mais tempero a um momento já caótico.
A Luta de Kusakabe Contra Sukuna
No capítulo anterior, Kusakabe se dedicou totalmente, exibindo seu novo estilo de “Shadow”, uma técnica de domínio simples focada em movimentos rápidos de saque de espada e *eido*. Os ataques de Kusakabe conseguiram surpreender e impressionar Sukuna, causando danos reais ao Rei das Maldições.
Um ponto notável foi quando a lâmina de Kusakabe se quebrou devido à intensidade dos cortes que ele estava desferindo. Em seguida, ele descartou o casaco e partiu para o combate corpo a corpo com Sukuna, um momento verdadeiramente badass.
Contudo, a tentativa de Kusakabe de finalizar o combate, perfurando o coração já danificado de Sukuna com uma lâmina feita de energia amaldiçoada (o que foi visualmente muito legal), foi antecipada. Sukuna parou a lâmina com dois dedos.
Kusakabe sofreu o mesmo destino que muitos outros feiticeiros antes dele. Na página seguinte, ele é visto jazendo sem vida no chão com dois grandes cortes no peito.
A Intervenção de Mei Mei e a Chegada dos Reforços
Mei Mei apareceu em seguida, tentando fazer o que tem feito por cada feiticeiro caído: teletransportá-los para Shoko na esperança de uma possível reanimação, ou talvez transformá-los em cadáveres amaldiçoados ou espíritos vingativos. É incerto o que exatamente está acontecendo, mas claramente algo está em jogo, pois Mei Mei não arriscaria sua vida repetidamente sem um propósito.
Sukuna estava visivelmente irritado com as interferências de Mei Mei há algum tempo, então quando ela reaparece, ele está preparado. Ele se aproxima sorrateiramente por trás e está prestes a matá-la, mas Miguel surge subitamente, resgatando-a no último segundo.
Descobre-se que Miguel não veio lutar contra Sukuna sozinho; Larue também está presente, e foi ele quem salvou Kusakabe usando sua técnica amaldiçoada. Essa técnica permite a Larue manifestar uma mão humana gigante em qualquer lugar para agarrar alvos. Para quem precisa de um lembrete, Larue é aquele membro da antiga equipe de Geto que, por algum motivo, usa adesivos de coração nos mamilos – um personagem bastante memorável.
O Flashback e a Aliança de Miguel
Em um *flashback*, vemos Utah conversando com Miguel e Larue sobre a possibilidade de eles se juntarem à luta contra Sukuna. Inicialmente, Miguel, vestido de maneira curiosa, como Gojo, afirma não ter interesse em lutar contra um monstro capaz de derrotar até mesmo Gojo.
Larue tenta convencer Miguel, dizendo que tudo o que ele precisaria fazer é desferir o golpe final após Sukuna já estar exausto pelo combate com Gojo e os outros feiticeiros. Utah e Larue alertam que, se não derrotarem Sukuna, eles não conseguirão impedir o plano de Kenjaku de iniciar uma fusão entre a Mestre Tengen e toda a humanidade, o que criaria uma ameaça global na escala de Godzilla (embora seja plausível que seja pior, já que Godzilla não tem níveis ilimitados de energia amaldiçoada).
Como foi sugerido no capítulo anterior, Miguel não é muito fã da tendência dos japoneses de pensarem que o mundo inteiro gira em torno deles. Miguel, que é do Quênia, resmunga que Gojo deveria ter ido pessoalmente pedir ajuda, com a cabeça baixa em sinal de respeito. Larue continua insistindo, mas Miguel sente que sua lealdade era a Geto, e ele cumpriu seu dever como seguidor fiel. Mesmo após a morte de Geto, Miguel concordou em ajudar Gojo a treinar Yuji.
Agora, Miguel, sendo de origem queniana, não quer se envolver nos assuntos do Japão, o que é compreensível. Visto o que vimos, os feiticeiros jujutsu japoneses, especialmente as famílias de grandes feiticeiros altamente tradicionais, parecem ter pouco interesse em qualquer pessoa ou coisa fora do Japão.
Larue argumenta que eles devem dar tudo de si nessa luta para garantir que Geto possa descansar em paz no céu. Miguel rebate, dizendo que Geto definitivamente foi para o inferno, não para o céu.
Pessoalmente, a argumentação sobre Geto não parece muito relevante, mas a ideia de que lutar contra Sukuna é preferível a lutar contra o que a fusão de Kenjaku se tornará é um ponto válido. Ninguém sabe o que pode acontecer na fusão; poderia ser um desastre que acabaria com o mundo.
As Condições de Miguel
No final, Miguel concorda em se juntar à luta, mas sob condições específicas:
1. Ele lutará contra Sukuna somente se, e quando, Gojo e Utah tentarem lutar contra ele e ambos falharem.
2. Somente se, nesse ponto, Sukuna estiver incapaz de usar seu Domínio.
3. Ele insiste que Larue deve estar presente para ajudá-lo contra Sukuna.
O artigo retorna ao presente, onde Miguel avaliou a situação e percebeu que Sukuna não pode usar seu Domínio, sua Técnica Reversa de Maldição foi significativamente enfraquecida, e seu coração ainda está ferido. Em tese, este é o melhor momento para tentar enfrentá-lo.
Sukuna não parece preocupado e até sorri antes de correr pelo prédio para atacar os recém-chegados. Larue usa sua técnica “Hard Catch” para agarrar Sukuna e jogá-lo contra a parede. Essa técnica permite a Larue manifestar a mão gigante em qualquer lugar para agarrar um alvo, e a mão é restaurada mesmo se for destruída. No entanto, um décimo do dano sofrido pela mão é transferido para Larue.
A técnica amaldiçoada de Miguel também é revelada: ela permite a ele aprimorar suas próprias habilidades físicas, fazendo com que seu corpo consiga sentir o ritmo dos ataques do oponente, permitindo-lhe desviar de ataques amaldiçoados de forma extremamente eficaz, incluindo os cortes de Sukuna. É quase como ter “Ultra Instinct”, dançando instintivamente através dos ataques inimigos sem ser atingido.
Flashback sobre as Habilidades de Miguel
Vemos um *flashback* onde Gojo explica a técnica amaldiçoada de Miguel para Utah. Gojo diz que as habilidades físicas de Miguel são impressionantemente assustadoras, e embora sua técnica amaldiçoada seja útil, ela não é necessariamente uma técnica assustadora.
Gojo explica que 99% dos feiticeiros jujutsu são japoneses e usam energia amaldiçoada para fortalecer seus corpos. Miguel, no entanto, possui uma estrutura esquelética e físico mais fortes do que um feiticeiro japonês normal, sendo naturalmente mais forte fisicamente e não precisando depender tanto da energia amaldiçoada para se fortalecer.
Miguel reclama que Gojo está insinuando que ele tem um físico especial apenas por não ser japonês, ou seja, por ser negro. Miguel aponta que nem todo negro é atlético; ele é especial como indivíduo único, não por ser negro. Gojo se desculpa, e Miguel aceita.
Esta troca curta gerou um alvoroço no Twitter, com muitos já declarando Gojo um racista confirmado. Trabalhando com traduções não oficiais, e sabendo que até as oficiais podem ser controversas em tópicos sensíveis, é difícil decifrar a implicação exata.
Pessoalmente, o autor do artigo não acredita que a intenção seja pintar Gojo como racista. Parece mais que ele é um pouco ingênuo e isolado por ter crescido no Japão, especialmente como membro das famílias dos Três Grandes feiticeiros, o que o teria mantido extremamente distante do mundo exterior. Este é exatamente o ponto que Miguel levantou: como a maior parte da ação de feiticeiros ocorre no Japão, os japoneses tendem a agir como se o resto do mundo não existisse, o que um feiticeiro não-japonês como Miguel obviamente ressentia.
A Ofensiva Total
De volta ao presente, Miguel agarra um dos braços de Sukuna com uma mão enquanto desfere um soco no estômago dele com a outra. Nesse momento, Choso ataca Sukuna por trás com seu ataque “Supernova”, e então Yuji retorna à luta. Ele pula em cima de Sukuna e o ataca repetidamente no rosto com os punhos.
É quando o caos total se instala: lutadores que foram retirados da batalha mais cedo estão retornando e se unindo a Miguel e Larue para forçar Sukuna ao limite.
O narrador menciona que, para ativar seu ataque “World Slash”, Sukuna precisa usar um sinal de mão chamado *En Maten*, o mesmo sinal necessário para ativar o “Santuário Malevolente”. Como Sukuna perdeu um braço quando Gojo usou seu *Hollow Purple* final, Sukuna teve que usar um Voto Vinculativo em vez de um sinal de mão para atacar Gojo com aquele *World Slash* final que supostamente o matou.
Por causa disso, Sukuna agora precisa usar tanto o sinal de mão *En Maten* quanto uma encantamento simultaneamente para ativar o *World Slash*. Esta é a penalidade que ele teve que pagar pelo Voto Vinculativo. Além disso, Sukuna agora também precisa usar as mãos para definir a direção exata do corte.
A Vulnerabilidade de Sukuna
Mas Sukuna tem um grande problema: enquanto ele está lutando contra Yuji, outro de seus braços é subitamente cortado por Maki, que também retorna à luta! Maki está de volta, Yuji está de volta, Choso está de volta, e todos estão lutando contra Sukuna ao mesmo tempo, junto com Miguel e Larue.
Sukuna está incrédulo que Maki já consiga lutar novamente após receber o ataque de “Black Flash” dele há pouco tempo, mas ele não tem tempo para pensar, pois já está em movimento. Yuji sabe que Sukuna só tem dois braços direitos, pois os esquerdos foram cortados. Isso significa que Sukuna não pode fazer sinais de mão corretamente. Como ele também ainda não recuperou sua habilidade de usar a Técnica Reversa de Maldição adequadamente, eles podem realmente vencer agora.
Após todas essas batalhas, todo o planejamento, o trabalho em equipe e tantos sacrifícios, Sukuna está finalmente quebrando. Ele está vulnerável. Mas sabe-se que o autor não deixaria seu “garoto” Sukuna cair tão facilmente; Sukuna sempre inverte a situação.
Na última página, vemos Sukuna desferindo um enorme soco de *Black Flash* em Larue. O narrador lembra que, após seu segundo ataque de *Black Flash*, Gojo recuperou sua saída de Técnica Reversa de Maldição. Presumivelmente, Sukuna, que agora acertou um segundo *Black Flash* em um curto período, também pode estar prestes a recuperar sua TRM. No entanto, isso ainda não está confirmado, pois o capítulo termina em um *cliffhanger*, forçando a espera pelo próximo capítulo para ter certeza.
Que capítulo de ação alucinante! Tanta coisa aconteceu. Será que Sukuna está realmente quebrando? Os feiticeiros estão finalmente progredindo de verdade, ou é apenas mais uma provocação? O trabalho em equipe e os sacrifícios serão suficientes, ou mais feiticeiros, talvez rostos novos ou antigos que se recuperaram, se juntarão à briga?
Perguntas Frequentes
- Como Kusakabe lutou contra Sukuna?
Kusakabe utilizou seu novo estilo “Shadow”, uma técnica de domínio simples focada em movimentos rápidos de saque de espada e *eido*, desferindo ataques que impressionaram Sukuna. - Qual é a técnica amaldiçoada de Larue?
Larue pode manifestar uma mão humana gigante em qualquer lugar para agarrar alvos, usando sua técnica “Hard Catch”. Um décimo do dano sofrido pela mão é transferido para ele. - Por que Miguel inicialmente hesitou em lutar?
Miguel não queria se envolver nos assuntos do Japão e inicialmente não via sentido em lutar contra Sukuna, sentindo que sua lealdade primária era a Geto. - Qual a principal vantagem física de Miguel sobre os feiticeiros japoneses?
Miguel possui uma estrutura esquelética e físico naturalmente mais fortes, o que lhe permite não depender tanto da energia amaldiçoada para aprimorar suas capacidades físicas em comparação com a maioria dos feiticeiros japoneses. - O que impediu Sukuna de usar o World Slash facilmente?
Após perder um braço para Gojo, Sukuna precisou usar um Voto Vinculativo, forçando-o a usar um sinal de mão (*En Maten*) e uma encantamento simultaneamente, além de precisar direcionar o corte com as mãos.
Em conclusão, o capítulo mostrou a união dos feiticeiros, forçando Sukuna a um estado de vulnerabilidade inédito, embora o Rei das Maldições sempre consiga virar o jogo.






