A Revelação da Expansão de Domínio de Yuji e Seu Encontro com Sukuna
A revelação da expansão de domínio de Yuji e seu poder para potencialmente derrotar Sukuna foram confirmados, marcando um ponto de virada significativo na narrativa. Após o intenso confronto em Shinjuku, a história finalmente avança para um novo capítulo com um título diferente, o que sinaliza a importância do que está por vir.
Este novo arco pode representar o último segmento da série, e é crucial acompanhar os detalhes.
O Fim do Arco de Shinjuku
O capítulo anterior foi eletrizante, especialmente porque, no meio da batalha épica contra Yuji, Sukuna conseguiu desferir um segundo *Black Flash*. Isso permitiu que ele restaurasse sua técnica de maldição reversa e regenerasse seus braços, revertendo todos os esforços para enfraquecê-lo. Parecia que tudo havia voltado ao ponto inicial, com Sukuna em plena força, prestes a aniquilar a todos.
Foi nesse momento crítico que Yuji surpreendeu a todos ao lançar sua própria expansão de domínio. O que se seguiu não foi um domínio convencional. Em vez disso, transportou tanto Yuji, em seu uniforme escolar, quanto Sukuna de volta a uma aparência anterior, como quando Sukuna residia no corpo de Yuji.
Ambos se encontraram em uma estação de trem, com Sukuna visivelmente confuso com a situação. Muitos leitores ficaram na mesma dúvida, mas Yuji simplesmente sorriu e disse: “Vamos lá, Sukuna”.
Alguns chegaram a especular que a luta havia terminado, interpretando a cena como um desfecho pós-derrota de Gojo, sugerindo que eventos importantes ocorreram fora de cena, e agora estávamos vendo o estranho resultado. Contudo, o novo capítulo esclarece que esse não é o caso. É compreensível a preocupação, pois já houve momentos controversos no passado com narrativas parecidas, mas a expectativa é que, nesta fase da história, eventos cruciais sejam mostrados em detalhes.
O Novo Capítulo: “Naquele Dia”
O novo capítulo, intitulado “Naquele Dia”, muda completamente o ímpeto da narrativa, rompendo com a nomenclatura anterior de “Inumano Makio Shinjuku Showdown Parte [Número]” que acompanhou os últimos 36 capítulos. Agora, o narrador se refere diretamente à “Expansão de Domínio de Itadori”, indicando que algo incomum está acontecendo.
Este não é um domínio comum, especialmente vindo logo após uma batalha de vida ou morte. É explicado que, em combate com feiticeiros, é raro estabelecer uma conexão com o oponente. Esse fenômeno parece ser um efeito colateral, visto que a energia amaldiçoada está enraizada nas emoções humanas.
Sukuna afirma já ter vivenciado algo assim antes, mas desta vez é diferente. Ele questiona Yuji: “Este é o seu domínio?”. Yuji, assumindo o controle e definindo o tom, responde para ele ficar quieto, admitindo que também estava lutando e não entende completamente a situação. É hilário notar que nem mesmo Yuji parece 100% seguro do que está ocorrendo, mas ele segue em frente.
Yuji expressa seu desejo: “Eu queria um tempo para conversar com você, ou pelo menos passe um tempo comigo”. Ele queria apenas interagir com o Rei das Maldições. É notável como Yuji consegue manter a calma, mesmo após tudo o que aconteceu.
Se este é realmente o domínio de Yuji, ele é o oposto total de Sukuna. Um domínio onde os oponentes podem relaxar e conversar é o mais perturbador que Sukuna já enfrentou, visto que ele prospera em lutas ferozes e agressão direta. Um domínio como este o confunde e pode se tornar sua maior fraqueza, mudando o rumo do conflito.
Um Tour Inesperado pela Memória de Yuji
Yuji começa a tratar Sukuna como um amigo visitando sua cidade natal pela primeira vez, mostrando-lhe os arredores. Ele compartilha detalhes sobre sua vida e infância, enquanto Sukuna demonstra pouco interesse. No entanto, ele acompanha Yuji por mais tempo do que seria esperado, sugerindo que o domínio pode ter um efeito semelhante a um *genjutsu*, fazendo Sukuna baixar a guarda e cooperar. Isso pode ser o fator decisivo para derrotar o Rei das Maldições.
A paisagem da cidade é belíssima, um contraste tônico com a brutalidade dos capítulos anteriores. É a calma antes da tempestade, como a última página sugere.
Anteriormente, Yuji parecia uma tela em branco comparado a outros protagonistas *shonen*, pois a história não nos permitia nos aproximar de sua *backstory*. Agora, finalmente temos caracterização e contexto sobre sua vida antes dos dias de colégio, permitindo um melhor entendimento de sua origem.
Yuji aponta para uma estátua, dizendo: “Olha, é a Dança da Espada Demoníaca.” Sukuna não reconhece, e Yuji o tranquiliza, dizendo que é algo que apenas os locais saberiam. Este capítulo tem uma vibração de “inimigos mortais conversando sobre o clima agradável”, o que é legal de imaginar em um cenário *Slice of Life* ou esportivo, mas também inquietante, sabendo que algo violento pode explodir a qualquer momento.
Yuji revela que morou naquela área até os 6 ou 7 anos, antes de se mudar de volta para Sendai. Isso traz mais informações sobre o avô de Yuji, figura central para o protagonista, mas pouco explorada até agora. Dado que o avô estava ciente da posse de sua mãe por Kenjaku e possivelmente outros, há mais a ser revelado sobre seus pais e avô.
Yuji se mostra vulnerável ao falar sobre ir ao funeral do avô de um amigo e questionar se esse amigo teria comparecido ao funeral de seu avô. É como se ele estivesse pensando em voz alta, processando a mudança em sua vida. É um sentimento comum de se relacionar com a ideia de que a cidade está mais movimentada hoje do que quando ele era criança.
Isso demonstra que o autor está fazendo um bom trabalho ao tornar Yuji relacionável, algo que faltava devido ao pouco foco em seu passado.
Nostalgia e a Natureza da Mudança
Ao mostrar um parque onde costumava brincar, Yuji nota que a maioria dos equipamentos de playground foi removida devido a novas normas de segurança, após ele quase se machucar seriamente com um deles. Isso evoca o sentimento de perda de uma parte da vida que nunca voltará.
Em um momento importante, Yuji e Sukuna observam flores. Yuji as identifica como *morning glories*, mas Sukuna o corrige, dizendo que são hortênsias. Yuji aceita o erro, e a cena lembra um passeio nostálgico entre amigos que trocam farpas sobre conhecer flores. É comparado a uma cena entre Deku e Bakugo em sua cidade natal, onde Sukuna assume o papel de Bakugo (o cético).
Sukuna nega se importar com essas coisas, mas suas palavras sobre a impermanência das coisas, dado seus mais de mil anos, são notáveis. Questiona-se se a técnica de Tak pode ter um papel aqui, visto que a personalidade do avô de Yuji era rude, como a de Sukuna, mas ele odiava a solidão. Talvez Sukuna esteja profundamente solitário.
Yuji mostra a Sukuna uma loja de departamentos que abriu quando ele tinha cinco anos e eliminou pequenos comércios locais – um fato triste e comum. Yuji lamenta, mas nota que o novo local tem um cinema, o que compensa para ele.
Grande parte deste domínio tem sido emblemática da experiência humana geral: nostalgia, crescimento e a passagem do tempo. Yuji fala sobre a paisagem, a falta de neve em Sendai, talvez um comentário sobre mudanças climáticas. Ele recorda celebrar feriados com seu avô, reforçando a importância dele.
O Confronto Final
Sukuna finalmente perde a paciência, mas Yuji pede para continuar, pois ainda há lugares que ele queria visitar. Sukuna está irritado, mas segue o roteiro, um comportamento totalmente fora de seu caráter. Isso deve ser parte do domínio peculiar de Yuji.
Yuji explica que queria conhecer Sukuna e ver se abrir-se a ele despertaria alguma emoção ou humanidade. Ele queria saber se Sukuna reconhecia valor na vida humana além de como a pessoa morreu.
Yuji revela um choque: ele tem o poder de acabar com a vida de Sukuna, mas se Sukuna concordar em libertar Megumi e retornar ao corpo de Yuji, ele o deixará viver.
Esta ameaça enfurece Sukuna como nunca antes. Ele declara que Yuji cometeu um grave erro ao pensar que poderia matá-lo. O Rei das Maldições jura aniquilar todas as pessoas queridas por Yuji na frente dele, para provar que o valor que Yuji dá a elas não significa nada para ele. O narrador confirma que Sukuna rejeita a oferta de Yuji com raiva e malícia.
Isso leva ao confronto final e climático entre Yuji e Sukuna. Quando Yuji disse que poderia matar Sukuna, ele não parecia estar blefando. Há algo sobre este domínio que ainda não entendemos, mas tudo se tornará claro em breve. Será que estar preso neste domínio, tão diferente do que ele está acostumado, desequilibrou Sukuna?
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Perguntas Frequentes
- O que desencadeou a expansão de domínio de Yuji?
A expansão de domínio de Yuji foi ativada no momento em que Sukuna regenerou seus braços após usar um segundo Black Flash, salvando-o de ser derrotado imediatamente. - Qual é a principal diferença do domínio de Yuji em relação aos outros?
O domínio de Yuji parece ser um ambiente calmo, semelhante a uma estação de trem ou uma cidade pacífica, permitindo que Yuji e Sukuna conversem e interajam de forma não violenta, o oposto dos domínios agressivos habituais. - Por que Sukuna aceitou participar da “conversa” com Yuji?
Embora Sukuna afirmasse não se importar, ele continuou a acompanhar Yuji em seu tour pelo domínio, o que sugere que o domínio pode ter um efeito semelhante a um *genjutsu* que o torna mais propenso a cooperar temporariamente. - Qual foi o ponto central da conversa entre Yuji e Sukuna no domínio?
Yuji usou a oportunidade para mostrar a Sukuna lugares significativos de sua infância e compartilhar memórias com foco em seu avô e na natureza da mudança e nostalgia, buscando evocar alguma emoção ou humanidade em Sukuna. - Qual foi a oferta final de Yuji a Sukuna?
Yuji ofereceu poupar a vida de Sukuna se ele concordasse em libertar Megumi e retornar ao corpo de Yuji.






