Revelada a origem dos Piratas Rocks – Rocks D. Xebec, o pirata mais forte de One Piece

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A Origem da Tripulação dos Rocks: Desvendando a Lenda de um Pirata Formidável

Existe uma lenda que tem sido perseguida desde que se ouviu falar além do Tesouro “B”: a origem dos Piratas Rocks. Como eles se reuniram? Piratas campeões, todos com potencial para serem o próximo Rei dos Piratas, mas unidos sob uma única bandeira. Finalmente, temos respostas sobre como Rocks, o pirata mais formidável e poderoso que o mundo já viu, não só criou a tripulação mais forte, mas também estabeleceu uma aura lendária em torno de seus feitos.

Este artigo se aprofunda na revelação da origem dos Rocks e como essa notória tripulação se formou.

O Encontro com Silvers Rayleigh

A narrativa se inicia com Silvers Rayleigh respondendo a duas perguntas cruciais sobre Rocks. Sim, ele está em Elf Atoll. Quanto ao seu pai, Rayleigh estava fora em uma expedição, e nada podia ser feito a respeito.

É neste ponto que se desenrola uma das construções de personagem mais sutis e bem executadas em One Piece. Rocks pergunta a Rayleigh seu nome e, em seguida, sugere que o garoto volte para casa e chame seu pai, pois ele deveria tratar os ferimentos de Rayleigh.

A maneira como Rocks fala, sua eloquência, é fantástica, demonstrando que ele não hesita e simplesmente consegue o que quer, mesmo usando apenas palavras. Rayleigh, inicialmente, fica irritado, questionando por que Rocks presumia que seu pai voltaria por causa de ferimentos leves e se atrevendo a dar ordens. Rayleigh chega a chamar Rocks de “fracote”.

Rayleigh inicialmente recusa e até o ataca verbalmente, mas Rocks saca sua espada para contra-atacar. Se os ferimentos de Rayleigh eram leves antes, Rocks os torna sérios o suficiente para forçá-lo a voltar para a ilha.

Os ataques de espada de The Rocks são descritos como tendo um impacto semelhante ao de um martelo gigante ou mesmo um tiro de canhão, fazendo com que objetos ao redor voem. Embora seja chocante que Rocks ataque uma criança, ele ri da situação. A sugestão de Rocks, forçando Rayleigh a chamar o pai devido aos ferimentos, até o reforço desses ferimentos para que isso ocorresse, estabelece claramente a aura de alguém que consegue o que quer, recorrendo à força bruta se necessário.

A técnica de espada de Rocks é notavelmente destacada; poucos personagens recebem tal menção sobre seu manejo de lâmina. Um fato curioso é a posição do golpe de Rocks, que é muito similar ao “Kamusari” de Gol D. Roger. Isso levanta a questão: Roger se inspirou em Rocks para criar seu golpe após ter levado um em sua cabeça?

Um Flashback Dentro de Outro

A narrativa avança para um *flashback* dentro de outro: voltamos 56 anos no tempo, época da Reverie, oito anos antes do encontro entre Rocks e Rayleigh.

Soldados no castelo de Pangé relatam que cinco reis foram atacados e sequestrados por um “homem grande vestido de preto”. É impressionante o quão poderoso Rocks já era, ignorando qualquer guarda-costas de alto calibre que protegia esses reis — como os que protegiam Cobra (com Koby) ou o Rei Netuno (com Garp). Até mesmo o pai de Fujiitora foi comprado pelo Governo Mundial quando era guarda-costas. Rocks simplesmente capturou cinco reis.

Indo além, Rocks fez algo ainda mais absurdo: invadiu a parte mais profunda da Terra Santa, a Sala das Flores.

Na Sala das Flores, o homem de preto se revela um admirador de David Jones. Ele confessa que não era capaz de fazer mais nada, mas deixa mensagens para Im. Os reis não valem nada, ele diz, mas a Terra Santa está em caos.

Vemos Rocks sentado no chão perto de Im, segurando uma pistola — talvez uma das que Barba Negra carrega hoje. Ao lado de Im, há uma serva ajoelhada, que se assemelha muito a Gunk (Brook tem 90 anos, o que permite que Gunk tenha existido nesse período). Ela usa algo semelhante a um hábito de freira com uma máscara na boca.

Im encara Rocks, enquanto Rocks, furioso, ameaça Im: “Um dia eu voltarei bem aqui.”

Este momento é eletrizante: Rocks entrando na Sala das Flores após derrotar um Almirante e sequestrar cinco reis. É o auge da aura de Rocks.

O Código de Honra e os Jogos de David Jones

A cena sugere que o código de honra pirata é um conceito fundamental, que não pode ser quebrado. Exemplos citados incluem:

* Não atirar em uma bandeira pirata sem motivo (cena entre Apolo e Luffy).
* Respeitar o capitão e seguir suas ordens (referência a Sanji desrespeitando Luffy em Whole Cake Island).
* Não matar o cozinheiro (Barba Branca mencionando que Barba Negra quebrou essa regra de ouro).
* Respeito às regras do David Jones’ Backfight.

No Backfight, recusar os jogos é considerado covardia, e quem perde é obrigado a seguir o vencedor, pois sua “infâmia” está em jogo.

Rocks desafiou navios para o Dave Backfight e venceu todos, o que explica por que tantos campeões estavam sob sua bandeira. É fascinante como a introdução de um personagem tão poderoso quanto Rocks é feita, mas a construção de sua tripulação se baseia em um jogo, o que humaniza a dinâmica.

Os monstros seguiam Rocks porque, diferentemente de alianças ou amizades, servir a ele era algo que exigia algo mais profundo, baseado nas regras do Dave Backfight.

A Ilha do Exílio: Ratos no Z (Raftel)

O narrador explica que, no capítulo 306, fomos apresentados ao Dave Backfight e à Ilha dos Piratas, Ratos no Z (Raftel), também conhecida como a Ilha do Exílio. Este lugar costumava receber criminosos implacáveis que nem suas próprias prisões conseguiam conter.

O guru pirata Wang Zhi (Shoku) aponta que, nos anos anteriores, esses criminosos estavam sobrevivendo e formando suas próprias organizações, indicando que a ilha já não era apenas um local de morte certa. O contrabandista Gangs revela que havia veias de ouro na ilha e que uma organização clandestina ajudou os criminosos a enriquecerem.

O plano de Rocks era invadir, tomar a ilha, negociar com o Governo Mundial e, ainda assim, manter o controle sobre ela — um plano genial.

Sobre a maldição de David Jones (referência a Piratas do Caribe e ao Holandês Voador), há relatos de que ele foi amaldiçoado pelo diabo a viver no fundo do mar, limpando navios naufragados. O Oda confirmou que David Jones era um pirata ganancioso que guardava tesouros, e após ser perverso até mesmo para um pirata, foi amaldiçoado.

Existe a teoria de que David Jones é o nome que Joy Boy usava, e que as lendas foram invertidas para transformá-lo em um “monstro”. Rock, o herdeiro da vontade de Rocks, diz que voltará para Im.

O Confronto Épico e o Legado

Voltando ao presente do *flashback* (48 anos atrás), vemos Rocks e seus seis companheiros jantando no castelo de Harlod, em Elf Atoll. Rayleigh estava ferido e Harlod voltou da expedição ao saber disso.

Rocks pede novamente a Harlod que se junte a ele para conquistar o mundo, prometendo que seriam imparáveis. Harlod recusa, afirmando que, como rei de uma nação, não pode se juntar a um vilão. Rocks retruca que um dia alguém conquistaria o mundo, e por que não ele, já que apenas os sonhos duram para sempre. Harlod recusa e Rocks parte.

Em seguida, vemos navios se aproximando de Ratos no Z (Raftel), 44 anos antes do presente. O plano de Rocks, com um grupo de elite concordando com ele, estava prestes a ser executado.

Uma bandeira é hasteada: a bandeira dos Piratas Rocks balançando pela primeira vez.

O confronto entre Rocks e Harlod varreu tudo em uma distância de 5 km de diâmetro. Essa escala de poder é comparada à metade do tamanho da Muralha Vermelha (Red Line). Ambos se apresentam enquanto lutam, e após o breve confronto, eles escapam juntos. Rocks diz que Harlod deve sobreviver e que deveriam se encontrar novamente, mas Harlod se recusa a se envolver com um vilão.

Harlod pula da Red Line, chocando Rocks pela sua loucura — sugerindo que Harlod inaugurou os “jumps” de grandes altitudes.

O Almirante atacado por Rocks em Mary Joyce morreu, resultando em um alto preço por sua cabeça. O pôster de procurado de The Rocks é mostrado, sendo visualmente similar ao de Buggy, reforçando a ligação familiar.

Conclusão sobre a Tripulação Rocks

A tripulação Rocks foi criada para ser um “caos navegante”, como dito por Sengoku no capítulo 955, pois eles eram um barril de pólvora. O objetivo era juntar dinheiro e realizar ambições individuais.

A teoria da formação através do Dave Backfight se confirma. A infâmia estava em jogo, e todos que seguiam Rocks sabiam que estavam envolvidos em algo perigoso, mas com a promessa de riqueza rápida, como Stussy sugeriu.

Vemos que Barba Negra segue os passos de Rocks, querendo ser Rei do Mundo através do poder absoluto, diferentemente de Luffy, cujo ideal de Rei dos Piratas é ser o mais livre.

O capítulo termina com a possibilidade de que, se Etit estiver na Sala do Vazio, esperando o retorno de Im, Barba Negra, o herdeiro da vontade de Rocks, cumpra a promessa de seu antecessor e confronte o Governo Mundial.

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Perguntas Frequentes

  • O que são os Piratas Rocks?
    Os Piratas Rocks eram uma lendária tripulação liderada por Rocks D. Xebec, composta por alguns dos piratas mais fortes e infames da história, incluindo Big Mom, Kaidou e Barba Branca.
  • Como a tripulação dos Rocks se formou?
    A tripulação foi formada através do Dave Backfight, um jogo de apostas onde quem perdia era obrigado a seguir o vencedor para não manchar sua reputação (infâmia).
  • Qual a relação entre Rocks e David Jones?
    Rocks demonstrou ser um admirador de David Jones, o que sugere uma conexão com as lendas da pirataria e a possível origem das regras do Dave Backfight.
  • É possível que Rocks tenha sido o Joy Boy original?
    Existe uma teoria especulativa de que David Jones possa ser um nome antigo de Joy Boy, e que as lendas foram invertidas, colocando Rocks como o oposto do legado de liberdade.
  • Qual o feito mais impressionante de Rocks revelado?
    Rocks invadiu a Sala das Flores em Mary Geoise, sequestrou cinco reis, matou um Almirante (que morreu posteriormente) e destruiu o Portão da Justiça para escapar.