Todos os Sete Magos da Destruição e Seus Poderes Explicados Frieren

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Os Sete Sábios da Destruição: Uma Análise Detalhada de Poder e Legado

Em uma era anterior aos demônios se tornarem meras lendas e ruínas, e antes da queda do Rei Demônio, existia um grupo temido mais do que qualquer exército: os Sete Sábios da Destruição. Esses sete magos demoníacos possuíam um poder avassalador e foram escolhidos a dedo para servir diretamente sob o Rei Demônio.

Eles não eram meros generais; atuavam como pilares estratégicos do esforço de guerra, assegurando territórios vitais nas terras do norte e esmagando qualquer resistência que surgisse. No auge do conflito, a humanidade temia não apenas o Rei Demônio, mas igualmente os Sábios.

Esses seres respondiam não só ao Rei Demônio, mas também ao seu confidente, **Schllocked, o Onisciente**. Quando Schllocked previu uma ameaça decisiva na forma do herói do sul, ele convocou os sete Sábios para confrontá-lo. A batalha foi catastrófica: Schllocked caiu, três Sábios morreram com ele, mas quatro sobreviveram.

Anos depois, o grupo de heróis confrontaria os membros remanescentes. Atualmente, de acordo com os capítulos mais recentes do mangá *Firan*, todos os nove membros estão presumivelmente mortos, e os Sete Sábios são considerados extintos.

A questão central que se coloca é: quem eram esses sete Sábios? Qual deles era temido até mesmo pelos outros? E, fundamentalmente, que tipo de poder era necessário para abater um Sábio da Destruição? Este artigo explora o que se sabe sobre eles.

1. Aura, a Guilhotina

A primeira Sábia apresentada na história é **Aura, a Guilhotina**. Ela ascendeu ao posto de Sábia da Destruição há mais de 500 anos. Diferente de outros demônios, sua força não residia no poder bruto, mas no controle.

Usando sua magia, Aura escravizava as mentes dos humanos, construindo um exército com aqueles que conquistava. Ao descobrir que indivíduos de forte vontade podiam resistir parcialmente à sua influência, ela reagiu com crueldade absoluta. Qualquer um que demonstrasse resistência era executado no local, o que lhe rendeu o apelido de “A Guilhotina”.

A Magia das Balanças da Obediência

Aura utilizava sua arma característica, as **Balanças da Obediência**, um artefato mágico com formato de balança. Através do feitiço Oiss, Aura colocava sua própria alma em uma das balanças e a alma do oponente na outra.

As balanças mediam o mana total que cada um possuía. Se o mana de Aura superasse o do alvo, o resultado era definitivo: ela ganhava controle total sobre o corpo, transformando-o em uma extensão de sua vontade.

Em raras ocasiões, uma vontade poderosa poderia causar instabilidade breve, um pequeno momento de hesitação. Aura eliminava essa falha da única forma que conhecia: decapitava aqueles sob seu controle.

No entanto, as balanças sempre carregavam risco. Se o oponente possuísse mais mana que ela, a magia invertia completamente, concedendo controle permanente sobre o corpo de Aura ao alvo. Usar as balanças era um risco, mas Aura estava sempre confiante, pois a maioria das pessoas não escondia seu mana. Demônios, em particular, pensavam que podiam ver e calcular a quantidade de mana de cada um.

Como uma grande demônio que viveu por mais de 500 anos, dedicando-se quase inteiramente ao treinamento mágico, Aura possuía uma saída de mana vasta, o suficiente para tornar a maioria dos confrontos previsíveis. Isso mudou quando ela encontrou alguém que escondia sua força melhor do que ela jamais imaginou.

Durante a era do grupo de heróis, Aura os enfrentou e perdeu. Embora tenha sobrevivido à batalha, após a queda do Rei Demônio, ela permaneceu escondida por muito tempo. Somente após a morte dele, Aura retornou, buscando expandir seu domínio nas terras do norte.

Ao confrontar Frian, Aura confiou em sua crença fundamental: o mana definia a superioridade. E, neste caso, ela não estava errada; o mana decidiu o resultado. O problema é que não foi o mana de Aura que prevaleceu, mas sim o de Frian, que era excelente em esconder sua força, confundindo Aura.

Superada, enganada e despojada do controle por sua própria magia, Aura encontrou o mesmo destino que impôs a incontáveis outros: foi forçada a tirar a própria cabeça.

2. Bose, o Imortal

O segundo Sábio é **Bose, o Imortal**. Pouco se sabe sobre ele, mas ele conquistou seu lugar entre os Sábios com uma única crença: ele nunca poderia ser derrotado. Sua magia era inteiramente focada na defesa absoluta e na separação. Enquanto outros Sábios dominavam pela força ou destruição, Bose dominava isolando o campo de batalha, aprisionando inimigos em espaços intransponíveis de sua criação.

No primeiro confronto que o vemos participar, contra o herói do sul, ele sobreviveu ao embate sem esforço, reforçando sua convicção de que nenhuma força humana poderia realmente alcançá-lo.

Anos mais tarde, durante a jornada do grupo de heróis, Bose finalmente os confrontou diretamente. Com um único feitiço, ele selou todo o grupo dentro de sua magia de barreira, um espaço enorme formado por paredes de mana rígidas, em formato de grade. Para Bose, essa era uma vitória inequívoca, pois suas barreiras eram consideradas inquebráveis pelos padrões humanos, até mesmo por Frian.

Contudo, o grupo de heróis trabalhou em conjunto e, peça por peça, forçou o recuo. Frian foi quem finalmente estilhaçou a barreira. Embora a atenção de Bose se tenha concentrado nela, ele descartou o resto do grupo como irrelevante. Esse foi seu erro. Enquanto Bose focava em Frian, Himl o atacou por trás, desferindo o golpe fatal.

Bose, chocado, encarou com descrença, incapaz de conceber que um humano o tivesse alcançado. No fim, Bose, o Imortal, não caiu por causa de uma barreira fraca, mas porque subestimou seus oponentes. No momento em que ignorou o restante do grupo, ele criou a abertura exata para sua morte. Como Himl observou mais tarde, Bose subestimou a humanidade, e isso lhe custou a vida.

Após sua morte, histórias de sua derrota se espalharam pelas terras do norte, provando que até o suposto imortal poderia ser derrubado.

3. Mock, da Terra Dourada

O número três entre os Sete Sábios da Destruição é **Mock, da Terra Dourada**. Nenhum outro Sábio era mencionado com tanta cautela. Mock conquistou seu lugar não pela ambição, lealdade ou conquista, mas por um poder avassalador, quase incompreensível. Até outros grandes demônios o observavam com cuidado.

Siri, a renomada maga élfica, reconheceu que se Mock realmente desejasse, ele poderia transformar todo o planalto do norte em ouro. Isso sozinho explica por que ele se destacava.

Mock era diferente da maioria dos demônios: frio, distante e altamente individualista. Mostrava pouco entusiasmo por matar, não por misericórdia, mas porque as batalhas o entediavam. Sua magia era tão absoluta que a maioria dos combates terminava no instante em que ele decidia.

O Feitiço Dia Golds

A magia característica de Mock é Dia Golds, considerada a maldição definitiva. É um feitiço que transmuta qualquer coisa no mundo material em ouro. Não requer cântico, ritual ou condição especial; ele nem precisa tocar no alvo. A maldição pode ser lançada remotamente a distâncias imensas e é forte o suficiente para anular barreiras defensivas.

O terror de Dia Golds não está apenas em sua escala, mas em sua natureza: é classificada como uma maldição e é quase imperceptível como magia. Nenhuma magia, nem mesmo a divina, pode dissipá-la. O ouro que cria é fundamentalmente diferente do metal natural.

Para a maioria dos magos, a Terra Dourada – a vasta região que ele transmutou – parecia errada. Uma grande magia havia sido usada, mas nenhum mana podia ser detectado. Essa ausência é outra de suas forças.

A detecção de mana de Mock é extraordinariamente precisa, abrangendo toda a Terra Dourada, tornando a intrusão quase impossível. Especialistas em ocultação como Lernin e Edel foram detectados instantaneamente. Apenas Siri, uma maga refinada ao longo de séculos, conseguiu evadir a detecção até estar logo atrás dele.

Paradoxalmente, o mana de Mock é estranhamente difícil de perceber, criando uma contradição inquietante: influência mágica avassaladora sem uma fonte detectável.

Embora Dia Golds o tornasse catastrófico, Mock é muito mais do que um demônio de um único truque. Ele é fisicamente poderoso a um grau raramente visto em magos. Em vez de depender de combate à distância, ele prefere o combate corpo a corpo, forjando instantaneamente uma imensa espada grande dourada a partir do manto sobre seu ombro. Ele pode transformar o mesmo manto em um escudo indestrutível.

Com um único movimento, ele transforma o campo de batalha, perfurando o chão para criar enxames de estilhaços dourados que perfuram magias defensivas avançadas. Denin comentou que essa manipulação de detritos dourados supera a magia ofensiva convencional.

Mesmo sem Dia Golds, Mock esmagava combatentes de elite, incluindo magos de primeira classe, quebrando os feitiços defensivos de Lernon apenas com força física bruta. Ele aniquilou uma força liderada pelo general demônio Scrog, o Trovão, sem recorrer à sua maldição.

Sua versatilidade se estende ao aprendizado de magia humana através de estudos, incluindo técnicas defensivas e o feitiço ofensivo Zrak, que ele considera uma obra-prima da criação demoníaca, afirmando ser muito superior aos humanos no uso de Zultra. Ele pode conjurar armas não convencionais à vontade, chegando a transformar fios de cabelo em agulhas douradas mortais durante a batalha.

O Entendimento Humano

Mock tinha uma falha: ele podia transformar tudo em ouro – cidades, armas, seres vivos. A maldição era virtualmente indetectável, imparável e irreversível; nem mesmo a magia divina podia desfazê-la. Embora pudesse restaurar a si mesmo e suas criações, ele não conseguia reverter a transmutação de humanos.

Segundo Siri, a razão era simples: Mock não conseguia compreender verdadeiramente os humanos. Para restaurar alguém, é preciso visualizá-lo como humano novamente. Mock, apesar de todo o seu poder, não conseguia entender o que isso significava, apesar de seus esforços constantes.

Séculos antes, Frian aprendeu isso da maneira mais difícil. Quando ela confrontou Mock, foi derrotada. Com Dia Golds, ele transformou seu braço direito em ouro maciço, um ferimento singular. Frian levou 100 anos apenas para analisar e remover completamente a maldição – uma década de estudo para desfazer um único ataque.

Após aquela batalha, o caminho de Mock tomou um rumo incomum. Ele se encontrou com Lord Gluke, um nobre cujo filho havia sido assassinado. Em vez de matá-lo, Mock se interessou quando Gluke ofereceu algo que nenhum demônio havia lhe dado antes: insight sobre emoções humanas como culpa, malícia e luto. Em troca, Mock eliminaria os inimigos políticos de Gluke.

Mock aceitou. Em meses, as famílias nobres corruptas de Weiss foram eliminadas, Gluke ascendeu ao poder e Mock tornou-se o mago oficial da cidade. Por décadas, a cidade fortaleza de Weiss prosperou sob o governo de Gluke, apoiada silenciosamente pelo mais forte dos Sete Sábios. Durante esse tempo, Mock estudou a humanidade, viveu entre eles e até mentorou um jovem mago chamado Denken. Mas o entendimento nunca veio.

Cinquenta anos antes do presente, algo mudou. Em um movimento calmo e deliberado, ele lançou Dia Golds por toda a cidade fortaleza de Weiss. Tudo virou ouro. Gluke compartilhou um último cigarro com ele antes de ser transmutado. Mock admitiu que seus anos juntos eram insubstituíveis, mas, ao fim, ele ainda não sentia nada.

Siri chegou logo depois e exigiu que ele revertesse o feitiço. Ele não pôde. Enraivecida pela declaração dela de que demônios jamais entenderiam os humanos, Mock atacou Siri e foi subjugado sem esforço. Em vez de executá-lo, Siri permitiu que ele fosse selado dentro da Cidade Dourada, na esperança de que, com ele vivo, pudessem um dia encontrar uma maneira de desfazer Dia Golds e salvar a cidade.

Anos mais tarde, Frian retornou. Ela e Denken analisaram as memórias de Mock, procurando uma maneira de quebrar Dia Golds. Enquanto batalhas ferviam ao redor da Terra Dourada, Frian fez o que Mock acreditava ser impossível: ela compreendeu a estrutura da sua maldição.

No confronto final, enquanto Denan lutava contra seu antigo mestre, Frian desfez Dia Golds por toda a cidade, e a Terra Dourada começou a desmoronar. Ferido e sangrando, Mock vagou pelas ruas de pedra restauradas. Retornou a Gluke uma última vez, ajoelhou-se diante dele e compartilhou uma última fumaça. Quando Denan chegou, Mock ameaçou usar Gluke como alavanca. Gluke calmamente pediu a Denan que terminasse o serviço, e ele o fez.

Mock, da Terra Dourada, o mais forte dos Sete Sábios, não caiu para um poder superior, mas sim para algo que buscou por séculos e nunca compreendeu de verdade: o entendimento.

4. Grom, o Milagroso

O próximo entre os Sete Sábios da Destruição é **Grom, o Milagroso**. Pouco se sabia sobre Grom como indivíduo. Ele era quieto, reservado e raramente falava. Apesar da natureza individualista dos demônios, Grom era leal ao Rei Demônio e possuía um propósito.

Ele conquistou seu lugar entre os Sábios através de uma habilidade muito perigosa: o controle sobre a própria percepção. A magia de Grom transcendia a compreensão humana, distorcendo a realidade através de ilusão, memória e sonhos. Até outros grandes demônios tomavam cuidado ao seu redor. Mock, inclusive, admitiu abertamente que Grom era seu pior adversário em potencial.

As habilidades de Grom eram enraizadas na dominação mental. Ele podia alterar sua própria aparência à vontade, misturando-se perfeitamente a qualquer época. Isso sugere que o demônio alto e composto que vemos não é sua verdadeira forma, mas apenas mais uma máscara. Ele podia se tornar completamente invisível e indetectável, mesmo para guerreiros experientes a poucos centímetros de distância.

Seu feitiço mais aterrorizante era Anaheca, uma maldição que guiava suas vítimas para o paraíso. Aqueles presos experimentavam sonhos belos – não fantasias ou ilusões, mas a felicidade que já haviam perdido a esperança de alcançar. Enquanto eles flutuavam nesses céus falsos, Grom atacava.

Apenas sacerdotes habilidosos podiam resistir, e mesmo assim, mal conseguiam. Lutadores como Himl conseguiam se mover por instinto puro, mas o feitiço deixava a maioria completamente indefesa.

Grom também possuía magia de manipulação de memória: ele podia ler, remover ou reescrever memórias. A pedido de Schllock, ele apagou as memórias de Frian sobre a batalha contra o Herói do Sul, sabendo que um dia ela tentaria revivê-las.

Sete anos no percurso do grupo de heróis, Grom, o Milagroso, apareceu no monumento da deusa, convocado por Solitaire, ao lado de Riale e Tot. O objetivo era claro: Grom extrairia as memórias do futuro de Frian, já que ela havia sido enviada de volta no tempo pelo monumento. Após obterem esse conhecimento, eles planejavam matá-la.

Quando a batalha começou, Riale enfrentou Eizen enquanto Solitaire fornecia suporte. Grom se escondeu usando sua magia de ilusão, permanecendo indetectável mesmo quando o grupo de heróis passou por ele. No momento certo, ele se revelou e lançou Anaheca, aprisionando Frian, Himl e Haidider em uma ilusão.

Haidider conseguiu resistir parcialmente à maldição devido à proteção divina da deusa. Himl, apesar de preso na ilusão, continuou lutando puramente por instinto. Durante o combate, Himl decepou o braço de Grom, o que interrompeu o feitiço e libertou os outros.

Nesse ponto, Solitaire encerrou a luta, pois Frian já havia retornado ao tempo original. Ambos os lados se retiraram após este incidente, que ocorreu antes dos eventos principais da série. Grom foi finalmente derrotado pelo grupo de heróis. As circunstâncias exatas de sua morte não são detalhadas, mas está confirmado que ele tombou pelas mãos deles.

No final, o demônio que manipulava sonhos falhou em entender que os humanos são mais fortes quando lutam pela realidade que possuem, e não pela ilusão que perderam.

Os Três Mistérios

E quanto aos três Sábios restantes? A verdade é que, infelizmente, quase nada se sabe sobre eles. Seus nomes nunca foram revelados, pelo menos não até agora. Não vimos suas aparências detalhadas.

Tudo o que sabemos é que, durante a guerra, o herói do sul enfrentou os sete Sábios de uma só vez e matou três deles antes de cair. Três Sábios da Destruição, demônios poderosos o suficiente para garantir regiões inteiras para o Rei Demônio, foram derrotados em um único combate por um único humano.

E, ainda assim, esses três permanecem sem rosto para nós. Sem títulos, sem lendas passadas adiante, apenas a silenciosa confirmação de que existiram e que morreram graças a esta lenda que via o futuro. Talvez no futuro descubramos que tipo de demônios eram, quais habilidades possuíam e o que os tornou dignos de estar entre os sete, pois tornar-se um Sábio não era apenas uma questão de força bruta.

A Diferença entre Sábio e Grande Demônio

Isso levanta um ponto importante: nem todo grande demônio era um Sábio. Considere Solitaire, por exemplo. Ela era uma grande demônio temida até mesmo por outros demônios, poderosa o suficiente para lutar contra Frian e quase sobrecarregar seu grupo. No entanto, ela nunca foi uma dos Sete Sábios da Destruição.

O título de Sábio não se tratava apenas de poder mágico bruto. Implicava serviço direto sob o Rei Demônio, importância estratégica, ser um dos pilares de seu regime. Se Solitaire não era uma Sábia, quão aterrorizantes devem ter sido esses três desconhecidos?

Espera-se que o futuro revele mais sobre eles, pois ser um Sábio da Destruição exigia algo além da força.

Perguntas Frequentes

  • O que eram os Sete Sábios da Destruição?
    Eram sete magos demoníacos de poder avassalador que serviam diretamente ao Rei Demônio como pilares estratégicos durante a guerra.
  • Qual foi o destino dos Sábios?
    Três morreram na batalha contra o herói do sul, quatro sobreviveram, mas, segundo os capítulos atuais do mangá, todos estão considerados mortos.
  • Como Mock, da Terra Dourada, foi derrotado?
    Ele foi derrotado não por um poder maior, mas pela compreensão de Frian sobre sua maldição Dia Golds, permitindo que ela a quebrasse.
  • Por que Aura, a Guilhotina, podia ser controlada por sua própria magia?
    Sua magia de balança reverteria o controle se seu oponente possuísse mais mana que ela.
  • É possível que demônios poderosos não sejam Sábios?
    Sim. O título de Sábio exigia importância estratégica e serviço direto ao Rei Demônio, não apenas poder bruto, como no caso de Solitaire.